quarta-feira, 24 de outubro de 2012


Casa da Musica


A Casa da Música é um projecto do arquiteto holandês Rem Koolhaas , apresentado durante o Porto Capital Europeia da Cultura.
Foi construida em 2005 na Rotunda da Boavista, o local onde está actualmente instalado o edificio da Casa da Musica, era usado para recolha de carros electricos da cidade do Porto.
Por Rititaneves (Obra do próprio)
A arquitectura do edifício foi aclamada internacionalmente. Nicolai Ouroussoff, crítico de arquitectura do New York Times, classificou-o como “o projeto mais atraente que o arquitecto Rem Koolhaas já alguma vez construiu” e como “um edifício cujo ardor intelectual está combinado com a sua beleza sensual”. Compara-o também “ao exuberante projecto” do Museu Guggenheim Bilbao do arquitecto Frank Gehry em Bilbao, Espanha. “Olhando apenas o aspecto original do edifício, verifica-se que esta é uma das mais importantes salas de espectáculos construída nos últimos 100 anos”, comparando-o à sala de espectáculos de Walt Disney, em Los Angeles e ao auditório da "Berlim Philharmonic".
A construção do edifício trouxe novos desafios à engenharia, de maneira a conseguir a forma geométrica ímpar que o edifício tem. Os trabalhos de engenharia estiveram a cargo das empresas Ove Arup em Londres em conjunto com Afassociados, no Porto.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Camilo Castelo Branco no Centro Cultural de Belém

O Centro Cultural de Belém, a Casa de Camilo de S. Miguel de Seide/Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, o Plano Nacional de Leitura, o CLEPUL - Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Universidade de Lisboa – o Teatro Nacional de São Carlos e o Centro Nacional de Cultura, vão comemorar os 150 anos da publicação do Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco.
O ciclo «CCB no CCB – Camilo Castelo Branco: As paixões juvenis e o Amor de Perdição» conta com uma vasta programação, que vai da literatura ao cinema, passando por mesas redondas, conferências, debates com professores e estudantes, programas musicais, uma feira do livro e duas exposições: uma de iconografia e bibliografia camiliana da colecção da Casa de Camilo e outra do pintor Júlio Pomar, que apresentará os desenhos que fez para a edição do livro O Romance de Camilo, de Aquilino Ribeiro.

No Centro Cultural de Belém


Foi iniciado em Setembro de 1988 e concluído em Setembro de 1993. Na base da sua construção esteve a necessidade de um equipamento arquitectónico, que pudesse acolher, em 1992, a presidência portuguesa da União Europeia, e que, ao mesmo tempo, pudesse permanecer, como um pólo dinamizador de actividades culturais e de lazer. O seu projecto definitivo foi decidido no início de 1988.
 A sua polémica implantação, teve como fundamento, o facto de assinalar o ponto de partida dos descobrimentos marítimos, à semelhança da Torre de Belém e do Padrão dos Descobrimentos. O simbolismo associado a esta localização, é confirmado pela escolha na década de 1940, da grande Exposição do Mundo Português. O CCB veio ocupar mesmo espaço que foi destinado a instalar o Pavilhão "Portugueses no Mundo" e as "Aldeias Portuguesas".
 Por concurso internacional, e 57 projectos acolhidos, foi seleccionada a proposta do arquitecto português Manuel Salgado e do consórcio do arquitecto italiano Vittorio Gregotti. De cinco módulos apresentados no projecto, apenas foram construídos, três; o Centro de Reuniões, o Centro de Espectáculos e o Centro de Exposições.

Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco

(Lisboa, Encarnação, 16 de Março de 1825 — Vila Nova de Famalicão, São Miguel de Seide, 1 de Junho de 1890) foi um escritor português, romancista, cronista, crítico, dramaturgo, historiador, poeta e tradutor. Foi ainda o 1.º visconde de Correia Botelho, título concedido pelo rei D. Luís de Portugal.


Camilo Castelo Branco foi um dos escritores mais prolíferos e marcantes da literatura portuguesa contemporânea.
Há quem diga que, em 1846, foi iniciado na Maçonaria do Norte,[1] o que é muito estranho ou algo contraditório, pois há indicações de que, pela mesma altura, na Revolta da Maria da Fonte, lutava a favor dos Miguelistas,[2] que criaram a Ordem de São Miguel da Ala precisamente para combater a Maçonaria. Do mesmo modo, muita da sua literatura demonstra defender os ideais legitimistas e conservadores ou tradicionais, desaprovando os que lhe são contrários.
Teve uma vida atribulada, que lhe serviu muitas vezes de inspiração para as suas novelas. Foi o primeiro escritor de língua portuguesa a viver exclusivamente dos seus escritos literários. Apesar de ter de escrever para o público, sujeitando-se assim aos ditames da moda, conseguiu manter uma escrita muito original.


Exposição “Há que ter lata – Nan muss sich nur trauen” de Antje Weber


no Museu do Trabalho Michel Giacometti em Setúbal

No edifício onde funcionou a antiga Fábrica de conservas Perienes, no bairro das Fontainhas em Setúbal, foi instalado, no final dos anos oitenta, o Museu do Trabalho. O edifício foi comprado pela Câmara de Setúbal em 1991 e o Museu foi inaugurado em 1995, depois de uma intervenção arquitectónica na casa que recolheu a imensa colecção Giacometti: mais de mil instrumentos do trabalho e do quotidiano rural recolhidos por centenas de jovens do serviço cívico numa acção coordenada no verão de 1975 sob a supervisão de Michel Giacometti.

 



 

A Exposição Riso


Uma Exposição a Sério, assume-se como "uma exposição transversal sobre quem ri e o que faz rir". Ao todo estão representadas cerca de 500 obras de 300 artistas, entre os quais Ricardo Araújo Pereira, Joana Vasconcelos, Raul Solnado, Ricky Gervais e Luís de Sttau Monteiro. “E porque nada é mais sério do que o riso, fazer uma exposição sobre este tema é, na nossa época, pensar criticamente a vida, o mundo, a sociedade”, refere José Manuel dos Santos, director Cultural da Fundação EDP, em comunicado. Da arte à história, da literatura ao cinema, da filosofia à teologia, da política à sociologia, da psicologia à medicina, a exposição e as edições que a acompanham e complementam, fazem-se com recurso a desenhos, pinturas, vídeos, filmes, esculturas, performances, documentos, etc., e funciona como percurso visual e conceptual por entre os temas que desde sempre provocaram diferentes tipos de riso: o quotidiano, a política, o amor, a morte, entre tantos outros. Riso: Uma Exposição a Sério pode ser visitada até 17 de Março, de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 18h00.

No Museu da Electricidade | Central Tejo


O Museu da Electricidade é um centro de cultura que apresenta nos seus espaços, o passado, o presente e o futuro das Energias, num conceito de Museu de Ciência e de Arqueologia industrial, onde convivem lado a lado exposições temáticas e experimentais, com os mais variados eventos culturais e empresariais. Está situado na zona de Belém, em terrenos conquistados por Lisboa ao rio Tejo no final do século XIX, numa das zonas de maior monumentalidade histórica da cidade onde podemos encontrar, entre outros, o Mosteiro dos Jerónimos, o Centro Cultural de Belém, a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, o Palácio e Museu da Presidência da República Portuguesa, ou a Cordoaria Nacional. Edifício classificado de Imóvel de Interesse Público,[2] o Museu da Electricidade desenvolve-se no perímetro da antiga central termoeléctrica - Central Tejo, que iluminou a cidade de Lisboa durante mais de quatro décadas.
A sua abertura como Museu deu-se em 1990. Passados dez anos, o Museu da Electricidade passou por um novo período de reabilitação dos seus edifícios e equipamentos, para reabrir ao público em 2006. Hoje, pelo seu aspecto cultural e multidisciplinar, o visitante pode desfrutar de variados eventos; desde a exposição permanente do Museu, onde se mostra e explica por intermédio da maquinaria original da antiga Central Tejo o seu modo de funcionamento e o seu ambiente de trabalho, até às exposições temporárias de grande diversidade (fotografia, escultura, pintura, ...) passando ainda por espaços didácticos e mais lúdicos versando o tema das energias, como jogos pedagógicos, ou mostras de energia solar no exterior, teatro, concertos, conferências, etc.
O Museu da Electricidade é parte integrante do património e da estrutura da Fundação EDP que pertence ao Grupo EDP - Energias de Portugal, SA.

Lisbon Week 2012

 
De 22 a 26 de outubro pode assistir na Praça Luís de Camões a diversas iniciativas do 2012 Lisbon  Week . Actividades lúdico  pedagógicas, grupos de sopro e percursão, arte e cinema são as propostas da organização para esta praça de Lisboa. Consulte o programa completo em http://lisbonweek.com/media/19462/lw_2012_.pdf

No Largo Camões em Lisboa

Designado por Largo do Loreto,  a parte de fora das Portas de Santa Catarina diz-se que foi construída, na Cerca de D. Fernando entre 1373 e 1375, sobre o chão terraplanado, num quarteirão onde estiveram casas e Palácios seiscentistas arruinados pelo Terramoto.  A Praça teve o seu encanto, pelas Tílias ali plantadas e pela quantidade de pássaros que ali se acolhiam e faziam tremenda chilreada - “ Os Pardais do Camões” que chegavam em bandos. Mestre Abel MantaPraça Luís de Camões, dela fazendo algumas das suas mais conhecidas a apreciadas obras.  Ao olharmos o Largo a partir do chiado vemos uma beleza e simplicidade alfacinhas relembrando os quiosques de antigamente e as barracas de venda de presentes na época de NATAL, o Natal do Sinaleiro, sempre junto a este Largo.